Agosto 25th, 2017 Por Ursulino Martins

Sua ideia é incrível, e pode dar muito certo, mas para que ela se concretize você precisará de um parceiro, um sócio? Talvez pela questão do investimento, espaço físico, ajuda nas rotinas, um sonho mútuo de amigos, etc., seja o que for todos os envolvidos precisam se precaver, para que o empreendimento tenha uma saúde duradoura.

Esse texto genial é originalmente da Exame.

Segue aí alguns problemas entre sócios que podem acabar com uma empresa:

1. Ausência de comunicação

Antes de ser tomada, qualquer decisão tem que ser analisada por todos os envolvidos no negócio, não é recomendável agir precipitadamente. “Às vezes, por confiar e achar que conhece bastante o outro, um sócio decide primeiro e deixa para falar depois”, explica Junior.

Neste caso, para evitar conflitos o diálogo constante é essencial. “Se você não escuta o seu sócio, a relação passa por questões de controle de poder. Tem que ter respeito e amizade”, afirma Terassovich.

2. Visão de negócios diferente 

Para que uma sociedade seja bem resolvida é preciso que exista um alinhamento desde o começo. Segundo Terassovich, quando os empreendedores começam um negócio com visões diferentes como em relação a divisão de lucro, dos critérios que envolvem a empresa, até uma amizade pode chegar ao fim. “É fundamental que os sócios tenham a mesma visão: queremos lucro ou longevidade?”, diz.

E, quando há uma disparidade econômica entre os sócios, decisões que envolvem investimento financeiro, por exemplo, também podem resultar em discussões. “Quando uma quantia para uma parte é um mero investimento e para a outra é metade de seu patrimônio pessoal, isso pode acabar desmontando uma sociedade”, explica Junior.

3. Excesso de desconfiança

Para que o desgaste por conta do negócio seja evitado, é preciso persistência e confiança. Dificuldades financeiras acontecem, pois o retorno do negócio, em determinadas situações não chega no tempo planejado. “Um ficará cuidando da parte financeira mais que o outro, e é preciso ficar confortável com isso”, explica Junior.

Ao se deparar com problemas na empresa, reflita antes de acusar o sócio. “Não ataque a pessoa e sim o problema”, diz Terassovich.

4. Falta de engajamento

Se um sócio está na zona de conforto e não se esforça para que a empresa cresça, o outro pode se sentir sobrecarregado e desmotivado. “Se não tem empenho dos sócios, a empresa perde espaço no mercado e acaba entrando na rotina”, diz Junior.

Uma empresa precisa ser movida por paixão, se um gosta é do dinheiro do empreendimento, as chances dos envolvidos brigarem aumentam.

5. Cobrança excessiva

A dedicação ao negócio tem que ser igual. Quando uma parte sente que está dedicando mais que a outra, a cobrança não é uma solução. “Como os sócios são os donos do negócio e não há chefe para resolver a questão, às vezes é preciso do auxilio de uma terceira pessoa”, recomenda Terassovich.

Para ele, é preciso encarar o seu parceiro de negócio como um patrão e ao mesmo tempo como funcionário. É recomendável que a cobrança seja equilibrada, para que um não fique rotulado como “mandão” resultando em uma situação de conflito na empresa.

6. Não preparar um contrato

Um bom contrato prevê o que acontecerá com as partes caso a sociedade seja desfeita. Além de evitar discussões de quem adquiriu os equipamentos e quais bens ficarão com quem, por exemplo, o documento é uma proteção para as partes envolvidas e para a empresa. De acordo com Junior, essa atitude pode evitar uma briga judicial posterior.

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Agosto 25th, 2017 Por Ursulino Martins

Já se fez essa pergunta? Formalizar ou não seu empreendimento? É importante analisar estas possibilidades antes de abrir as portas do seu empreendimento.

Texto genial e original da Vers Contabilidade.

A formalização da atividade é uma das principais atitudes que o empreendedor pode ter para fazer seu negócio prosperar. Com uma nova visão do mundo corporativo, mas também de olho nos impostos que arrecadará a mais, o próprio governo vem facilitando o bom cumprimento dos registros de novas empresas, criando até uma nova figura jurídica: o Microempreendedor Individual (MEI), para incorporar boa parte das pessoas que trabalham por conta própria e que passam a ter a oportunidade de se legalizar como pequeno empresário. Descubra alguns riscos que você poderá passar caso não formalize seu negócio.

Você pode ser pego pela Receita Federal

Legalizar o negócio significa ajustar as contas previdenciárias, trabalhistas, fiscais e tributárias, de forma que a burocracia estatal seja plenamente atendida. Além do bom controle financeiro que você precisará implementar, em âmbito mais profissional, você vai ter de cumprir diversas obrigações assessórias junto aos órgãos fiscais, mas estará com tudo em dia na hora que algum fiscal aparecer para fazer alguma inspeção ou vistoria de seu pequeno ou médio negócio.

Não poderá participar de licitações

Os procedimentos licitatórios são aqueles através dos quais a Administração Pública direta ou indireta contratam serviços ou adquirem produtos junto à iniciativa privada. Sabe-se que um contrato com o poder público pode ser muito interessante para a continuidade da empresa e para a consolidação do mercado, garantindo o fluxo mais constante de produtividade. E só a partir da formalização da sua atividade é que poderá participar de licitações. 

Não poderá emitir notas fiscais

A documentação fiscal, além de comprovar a realização de compras de mercadorias, feitura de um serviço ou movimentação de produtos, com os devidos descontos tributários, serve para o melhor controle financeiro dos clientes e parceiros comerciais e a correção dos lançamentos na própria contabilidade. É bastante comum, portanto, que os clientes exijam notas fiscais, e o negócio só poderá emiti-las estando legalizado.

Impossibilidade de adquirir crédito

Para que as pessoas jurídicas trabalhem com cartões de crédito, um dos requisitos essenciais é que tenha o CNPJ (Cadastro Nacional das Pessoas Jurídicas), o que só é conseguido a partir do registro da empresa. Além disso, somente as empresas podem ter acesso a pacotes bancários de financiamento e empréstimos em seu nome, com taxas de juros especiais e parcelas mais espaçadas para o pagamento.

Não poderá operar com empregados contratados

Os funcionários de seu negócio, já que ele é informal, não poderão ser legalizados, e por isso não terão acesso aos benefícios previdenciários e trabalhistas. Na verdade, se um funcionário se machucar no trabalho ou precisar de licença (maternidade, por exemplo), ele pode acionar a empresa na Justiça, de modo que você tenha que arcar com o pagamento do equivalente aos auxílios aos quais ele teria direito junto à Previdência Social. Isso sem falar nas multas advindas de sua infração.

Com os incentivos do Estado para a formalização dos negócios de vários portes, hoje em dia a ideia de que se vai poupar muito mais ficando na informalidade é um grande erro. Vale muito mais a pena alcançar novas oportunidades de fazer negócio, crescer no mercado e conquistar mais clientes, mesmo tendo que pagar alguns tributos, do que ficar estagnado sem poder fazer muitos acordos de vendas e serviços, já que se está recluso na clandestinidade. Você já pensou em formalizar seu negócio?

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Agosto 24th, 2017 Por Ursulino Martins

3D Coke Sign in Times Square from Loren Brinton on Vimeo.

Veja esta outra, muito legal!

Nikesoho from Loren Brinton on Vimeo.

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